terça-feira, 27 de outubro de 2009

Minha 1° postagem!!!!!


Hoje é a 1° vez que eu estou postandu....

Vou contar um poquinho da minha historia.

Meu nome é Fernanda, tenho 21 anos e vou ser mamãe de um bebezinho lindo, nunca vi + so pelo ultrasom ja estou apaixonada.

Moro junto com o meu namorido uma pessoa maravilhosa por quem eu sou realmente apaixonada. (Papai nos te amamos muito)!!!!

Papai babão vovôs e vovós nem c fala.....

Nao vejo a hora da barigao aparece.!!!!



Faço 13 semanas de gestaçao amanha. No dia 23 fui fazer u ultrasom para medir a TN e graças a Deus tudo certinho.



Esta é a semana da: Translucência nucal - Assunto interessante para grávidasUma das grandes preocupações que tenho, e sei que todas as grávidas, é se o meu bebê está bem e com saúde. Se ele vai ser normal e se tudo está indo bem. Hoje em dia a medicina está bem avançada, apesar de eu achar que poderia estar mais, e oferece diversos exames que podem ser feitos durante a gravidez para acompanhar a saúde do bebê. Esses exames são muito interessantes por nos darem informações exatas do estado geral do feto e a oportunidade de podermos tomar algumas decisões para corrgir os defeitos que podem ser corrigidos.



maioria dos bebês nasce normal independente da idade dos pais. Todas as mulheres, em qualquer idade, têm risco de dar à luz a um bebê com defeitos mentais ou físicos. Alguns desses defeitos são devidos à anomalias cromossômicas como a Síndrome de Down (mongolismo). Para saber com certeza se o bebê tem alguma anomalia cromossômica, é necessário fazer um exame invasivo, como a biópsia de vilo corial (biópsia da placenta - com 12 semqanas) ou a amniocentese (coleta do líquido amniótico - com 28 semanas). Entretanto, esses exames têm um risco de abortamento ao redor de 1%. Antes de você se decidir por fazer um teste invasivo, você pode desejar ter mais informações sobre o risco real do feto ter alguma anomalia cromossômica. O risco de uma mulher dar à luz a um bebê com anomalia cromossômica aumenta com a idade materna. Por exemplo: uma mulher com 20 anos de idade tem um risco em torno de 1 em 1500, o que significa que dentre 1500 gestantes, uma dará à luz a um bebê com "mongolismo"; em uma mulher de 37 anos o risco é de 1 em 190, e em uma mulher de 40 anos o risco é de 1 em 97. O risco do bebê ter uma anomalia cromossômica está associado à idade materna. Entre 11 e 13 semanas de gestação, o risco de um feto ter uma anomalia cromossômica é maior que o risco ao nascimento. Isto se deve ao fato de muitos fetos com anomalias cromossômicas irem a óbito espontâneamente durante a gestação. Ultra-sonografia entre a 11ª - 13ª semanas de gestação O feto é avaliado por um exame ultra-sonográfico que é feito através do abdome. Ocasionalmente, quando não se obtém uma imagem boa, é também necessário realizar uma ultra-sonografia via vaginal. Durante a ultra-sonografia, mede-se o tamanho do feto e checam-se quaisquer outros problemas que ele possa ter, como malformações. Ao mesmo tempo, é verificado a quantidade de líquido acumulado na nuca do feto (translucência nucal). Combinando-se o risco baseado na idade materna com a medida da translucência nucal, será calculado o risco para uma anomalia cromossômica na gestação. Se a quantidade de líquido acumulado na nuca do feto estiver aumentada, ou se você considerar que seu risco individual, após a ultra-sonografia, é alto, você pode desejar submeter-se a uma biópsia de vilo corial (BVC) para obter uma resposta definitiva. Na maioria dos casos, o resultado da BVC é normal. Entretanto, é importante que você tenha uma ultra-sonografia detalhada com 20 semanas de gestação para verificar se a translucência nucal está regredindo e também para excluir outros defeitos não relacionados às anomalias cromossômicas. Se a quantidade de líquido acumulado na nuca do feto for normal, ou se você achar que seu risco individual após a ultra-sonografia é baixo, você pode decidir por não submeter-se a um exame invasivo, evitando assim o risco de um abortamento associado a este exame. É importante saber que a ultra-sonografia não exclui completamente a possibilidade de uma anomalia cromossômica. Outra opção de exame não invasivo: Ultra-sonografia detalhada com 20 semanas (ultra-sonografia morfológica). Nesta ultra-sonografia são investigados mais de 20 sinais de anomalias cromossômicas, e se nenhum deles estiver presente no bebê, o risco de anomalias cromossômicas como "mongolismo", diminui pela metade. Este exame permite a detecção de aproximadamente 50% dos fetos com anomalias cromossômicas. A vantagem de um exame invasivo é que este dará uma resposta definitiva sobre a presença de anomalias cromossômicas. A desvantagem é que este tem um risco de abortamento de 1%.





O coraçaozinhu batendu a 165 bfm coisa + gostosa.

TN com 1,3 cm (perfeito)!!!

Medida do Bebe: 5,7 cm (certinho para 12 semanas e 2 dias ).

O medico nao quis arrisca o sexo do bebê, so no proximo Us. Na minha opinião é um meninão!!!

+ seja oq for vindo cum saude é oq importa x;)





Realmente estar grávida é algo indiscutivelmente diferente. Tudo muda. Seus conceitos começam a mudar. Seu corpo já não é mais o mesmo e as roupas estão aí para denunciar o crescimento.

Um comentário:

  1. oi Fê seja bem vinda no undo das blogueiras.Parabens pelo bbezão....Deus abençoe vc e sua familia!
    bjus

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